Terça-feira, Janeiro 08, 2008

Suzanne Bloch, Eu e o Lavrador de Café

A linha do baixo de Here comes your man não me sai da mufa e esse calor dá uma preguiça desgraçada. Mesmo assim tou com um desejo grávido de beber café forte com açúcar mascavo e uma pitada de canela. E assim vou — apalpando a escuridão de um Dois Mil e Oito em germe pulsante, na tentativa de acordar, afogado em remela seca e anseios desordenados. Contas de mamãe viajante a pagar, uns livros pra ler e vai ver o que mais... Acabei de lavar uma louça básica e as telas furtadas do MASP em dezembro último foram, agora há pouco, recuperadas: Picasso e seu Retrato de Suzanne Bloch, e Portinari e O Lavrador de Café. Sorte do museu paulista que não tinha segurado as obras. E um dos meus grandes projetos egocêntricos para o ano corrente é Sair da Adolescência. Outro projeto é seguir escrevinhando neste Blog com fundo preto, este semanário superelástico — playground de um entediado. Cambiando a conversa, ontem revi O Jantar dos Malas (Le Dîner de Cons, 1998), uma comédia bem das leves dirigida pelo Francis Veber, o mesmo cabra que fez O Closet (Le Placard, 2001). Originalmente, uma peça teatral escrita pelo próprio Francis Veber, a história do Le dîner de cons foi encaixotada num filme muito engraçado. Pra quem ainda não viu, indico: assista. Pra quem já viu, juro que não te convido pra jantar. Então tá, vamusimbora que já tão pegando...

1 Urros e Sussurros:

Anónimo disse...

Fala, Tiago!!
"...playground de um entediado." ahahhaha o véio Tiago! Abraço e sexta (18/01/08) tem churrasquito de gato...